30 de março de 2010

Vermelho e negro de Vânia Mignone

Pinturas inéditas de Vânia Mignone abrem o calendário de exposições da Casa Triângulo, em São Paulo.


     As obras recentes, em grandes e médios formatos, foram realizadas, em sua maioria, entre 2009 e 2010. A exposição fica somente até 17 de abril. Vânia acaba de participar da Arco'10 - Feira de Arte Contemporânea, em Madrid, Espanha, realizada em fevereiro último.







Do site http://www.artref.com.br/ uma análise da obra de Vânia:


"A beleza simples das pinturas lânguidas de Vânia Mignone é sustentada por uma doçura tingida de melancolia. As cenas recortadas revelam desejos incompletos. A artista usa grandes quantidades de cores ralas, delineadas por linhas pretas grossas. Os trabalhos retratam indivíduos solitários em paisagens desoladoras e espaços domésticos fechados.


O tríptico Falar (2007), por exemplo, é uma justaposição de espaços reclusos: o silêncio é quase palpável, e o discurso – assunto do trabalho – impossível. As composições se dão em estranhas armadilhas, incorporações oníricas dessas meditações existenciais sobre a inevitável diferença em relação ao outro, o perigo da comunicação e da ação e, no cerne de tudo, a pulsante fragilidade humana (Frieze Yearbook, 2009/2010)".




Sobre Vânia


Vânia Mignone (Campinas, 1967) participou recentemente das mostras Nova Arte Nova, CCBB/São Paulo e CCBB/Rio de Janeiro; Moving Horizons – The UBS Art Collection, National Art Museum of China/Beijing; MAM60, MAM/São Paulo; Contraditório – Panorama da Arte Brasileira/Madrid (em 2008) e MAM/São Paulo; Itaú Contemporâneo – Arte no Brasil 1981-2006, Itaú Cultural/São Paulo (em 2007) e teve suas obras apresentadas na Frieze Art Fair/Londres e Art Basel Miami Beach/Miami (em 2009).


Serviço
Casa Triângulo
Rua Paes de Araujo, 77 - São Paulo
De 27/03/2010 a 17/04/2010
Terça a sábado das 11 às 19 horas
info@casatriangulo.com
Fone 11 31675621


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Aquecimento do mercado imobiliário

Bairros tradicionais de Curitiba, Água Verde e Batel disputados por construtoras e
incorporadoras:


Nos últimos meses, o mercado imobiliário curitibano tem passado por uma intensa valorização, potencializada pelo aumento dos créditos bancários e pela grande variedade de lançamentos no setor. No meio deste “mar” de bons negócios, os bairros Água Verde e Batel, dois dos mais tradicionais da capital paranaense, se destacam entre as regiões mais procuradas pelos investidores e consumidores.
Localizados em uma região privilegiada, que disponibiliza uma infraestrutura completa para os moradores e para as pessoas que utilizam os serviços oferecidos, os bairros representam uma vida cercada por comodidade e segurança. Seguindo esta tendência, só no ano de 2009 foram lançadas, de acordo com números do Sinduscon-PR, 825 unidades residenciais, em imóveis verticais de quatro ou mais pavimentos, na área que engloba os bairros Água Verde, Batel, Seminário e Vila Izabel
De acordo com Gerson Carlos da Silva, diretor-geral da Galvão Planejamento Imobiliário e Vendas, apesar de parecer que há uma grande quantidade de lançamentos na região, a demanda é superior à quantidade de unidades lançadas. “Pesquisas realizadas no Água Verde mostram que o estoque (imóveis disponíveis para venda depois do lançamento) é baixo, em torno de 20% das unidades lançadas. Já no Batel este estoque é praticamente inexistente. Por estes motivos, os imóveis lançados nestas regiões são integralmente comercializados antes da conclusão das obras”, explica.
Para o empresário Vitor Wjuniski, sócio-diretor da Construtora Stuhlberger, as características dos bairros Água Verde e Batel fazem deles as melhores regiões para a implantação de empreendimentos residenciais de grande porte na capital paranaense. “Esta área concentra alguns dos principais pontos comerciais e de serviços da cidade de Curitiba. Encontramos facilmente faculdades, escolas, lojas, supermercados e shoppings. Mesmo com estes aspectos, os bairros ainda conseguem apresentar características de local familiar como, por exemplo, uma boa arborização, praças e diversos outros pontos que permitem a interação social entre os moradores”, analisa.



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