8 de junho de 2010

Exemplo de reaproveitamento de resíduos

Empresa paranaense Maxflex transforma resíduos em novos produtos. O resultado financeiro de todo o processo é repassado à ONG Elo Apoio Social e Ambiental.

Dormir bem é essencial para a saúde, mas para uma boa qualidade de vida, a preservação do meio ambiente também é fundamental. Consciente disso, a Maxflex faz o reaproveitamento dos resíduos gerados em sua fábrica. “As sobras dos nossos principais materiais, que são espumas, látex, tecidos, fibras e matelassê, podem ser transformados em outros produtos”, diz Sidney Gonçalves, diretor da Maxflex.

Todos os resíduos são separados por categoria nos pontos de geração. “Depois, são vendidos e transformados em almofadas, travesseiros e produtos similares pelos compradores”, explica o diretor. O gerenciamento é realizado em parceria com a empresa Monitore. “O resultado financeiro de todo o processo é repassado à ONG Elo Apoio Social e Ambiental, que ajuda na formação e colocação profissional para 400 menores aprendizes”, conta.

A Maxflex também utiliza matérias-primas ecologicamente corretas, como tecidos e látex naturais e madeiras de eucalipto de reflorestamento. “Só para ter uma ideia, a linha Naturalle é 90% composta com materiais sustentáveis”, revela Sidney Gonçalves. “Preservar o meio ambiente não é uma tarefa simples, mas temos que utilizar os meios existentes a fim de manter os recursos e ambientes naturais remanescentes”, salienta.

 
Sobre a Maxflex

Em 1988, foi fundada a loja Ponto de Colchões. Em 1994 foi criada a marca Maxflex e a partir de 2000, começou a vender somente colchões de fabricação própria. Hoje, conta com seis lojas em Curitiba, sendo uma loja da fábrica.

Com profissionais altamente capacitados, a Maxflex é a única no Brasil a desenvolver com antecedência seus produtos e a lançar novas coleções sempre que surgem novas matérias-primas. Todas as camas e colchões são feitos à mão, preservando a técnica dos antigos artesãos e agregando as últimas tecnologias lançadas no mercado.
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