31 de julho de 2010

O lirismo e Poty

Em Curitiba, neste domingo, no Solar do Rosário, lançamento da reedição do livro  "Poty - O lirismo dos Anos 90".


Serviço
Galeria de Arte Solar do Rosário

Rua Duque de Caxias, 04 - Centro Histórico
Curitiba - PR
www.solardorosario.com.br


Sobre Poty
                                                
                                               *Murais de Poty








O curitibano Napoleon Potyguara Lazzarotto, ou simplesmente  Poty  (29 de março de 1924 - 8 de maio de 1998), desenhistagravuristaceramista e muralista brasileiro.
O barracão que o pai  de Poty ergueu em frente a sua casa, em Curitiba, passou a se chamar Vagão do Armistício, tornando-se um restaurante em 1937, frequentado por intelectuais e políticos da época. O então governador do Paraná, Manoel Ribas que também freqüentava o Vagão, em 1942 premiou Poty com uma bolsa de estudos na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.
Em 1943, Hermínio da Cunha César convida Poty para ilustrar seu livro "Lenda da Herva Mate Sapecada", no Rio de Janeiro. Foi o primeiro livro ilustrado por Poty e publicado.
Em 1946, Dalton Trevisan cria a revista "Joaquim" e Poty participa de todos os números, seja com ilustrações, notícias do mundo das artes visuais e  comentários sobre arte enviadas da Europa. Ele fica um ano em Paris, onde estuda litografia na École Supérieure des Beaux-Arts, com bolsa do governo francês.
Em 1950, funda, juntamente com Flávio Motta, a Escola Livre de Artes Plásticas, na qual leciona desenho e gravura. Nessa época organiza o primeiro curso de gravura do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp. Ao longo da década de 1950, também organiza cursos sobre gravura em Curitiba, Salvador e Recife. A partir dos anos 1960 tem destaque como muralista, com diversas obras em edifícios públicos e particulares no país e no exterior. 

Ilustrador
Tem relevante atuação como ilustrador de obras literárias como as de Jorge Amado, Graciliano Ramos, Euclides da Cunha, Dinah Silveira de Queiroz,   José de Alencar e Dalton Trevisan, entre outros. É autor dos livros A Propósito de Figurinhas, de 1986, e Curitiba, de Nós, de 1989, em parceria com Valêncio Xavier Niculitcheff.  
A partir dos anos 1980 são lançadas várias publicações sobre sua produção, entre elas: Poty Ilustrador, de Antônio Houaiss (1915 - 1999), em 1988; Poty: Trilhos, Trilhas e Traços, de Valêncio Xavier Niculitcheff, em 1994, e Poty: o lirismo dos anos 90, de Regina Casillo, em 2000.

                                                               Detalhe de Mural da Sanepar



Muralista


Os murais são representativos de sua obra. Em sua execução, Poty emprega materiais diversos, como madeiravidro (vitrais), cerâmicaazulejo e concreto aparente. 
Há obras de Poty espalhadas por diversas cidades do Brasil e do exterior, incluindo murais em Portugal, na França e na Alemanha, como o da Casa do Brasil em Paris (1950) e o painel para o Memorial da América Latina, São Paulo (1988).Em Curitiba, suas obras também podem ser vistas em diversos locais públicos,  como os painéis do pórtico do Teatro Guaíra, no saguão do Aeroporto Afonso Pena, na Praça 29 de Março, na Praça 19 de Dezembro e na Torre da Telepar
*Fotos
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30 de julho de 2010

Vale a pena ler de novo...


Em janeiro de 1998, a Revista Veja, em matéria de Glenda Mezzaroba, trouxe uma matéria sobre o Poty ilustrador. Veja a reprodução abaixo:


Parceiro das Letras
O traço preciso do ilustrador Poty reaparece na companhia dos maiores escritores

Para Guimarães Rosa, o ourives da língua brasileira, ele foi "Potyrama". O maior contista do país, Dalton Trevisan, só o chama de "Mestre". Quando não usava palavrões em italiano para se referir a ele, o plástico Carybé o tratava por "Andorinha".
Seu verdadeiro nome, Napoleon Potyguara Lazzarotto, é o de um ilustre desconhecido. Poucos, muito poucos, são capazes de associá-lo a Poty, o genial curitibano que, aos 73 anos e tendo trabalhado com todos os figurões da literatura brasileira além dos citados acima, há também Gilberto Freyre, Jorge Amado, Graciliano Ramos e Rachel de Queiroz, é o mais importante ilustrador brasileiro. E continua na ativa. São dele, por exemplo, os traços precisos que estão na capa de um audiolivro recém-lançado com trechos do romance Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa.

Recuperando-se de uma cirurgia no pulmão e 14 quilos mais magro, Poty sobreviveu a quase todos os seus parceiros de criação. O termo "parceria" se justifica porque o artista não é um burocrata que se limita a fazer desenhos sob encomenda. Faz questão de mergulhar no universo dos escritores cujas obras ilustra. Além de ler o manuscrito da obra, Poty costuma manter longas conversas com os autores, que lhe permitem penetrar nos desígnios da criação. É por essa forma de trabalhar que, além do traço preciso no papel, o ilustrador se transformou num memorialista informal dos literatos brasileiros.



Guimarães Rosa  - Inesquecível, por exemplo, a confissão de Guimarães Rosa. "Várias vezes ele disse que escrevia em transe", revela Poty, parecendo ter razões para acreditar no que ouviu. "Quando Rosa tirava os óculos, não era só a expressão de míope que aparecia. Era um outro rosto", conta. Essas não eram as únicas excentricidades de Rosa. Poty também lembra as recomendações que o escritor fazia quando pedia desenhos bizarros para ilustrar o livro de contos Sagarana. "Ele exigia, por exemplo, que a imagem de um sapo fosse colocada dentro de um círculo, em cima de um poste de telégrafo. Eu nunca entendi isso, mas fiz." Foi por essa convivência que na hora de fazer a edição especial do conto "A hora e vez de Augusto Matraga" a Confraria dos Bibliófilos do Brasil escolheu Poty. E que da pena do mesmo artista tenham saído as ilustrações de Magma,o único livro de poesias de Guimarães Rosa, que o autor não teve coragem de publicar em vida e só veio à luz no ano passado Grande Sertão: Veredas era um ótimo contista. 

É preciso um sentido.
Para uma edição de Os Sertões, de Euclides da Cunha, Poty refez, de caminhão, a trajetória da expedição, a partir da Bahia. Hoje longe dessas aventuras e tendo reduzido bastante a atividade de muralista em concreto aparente técnica que domina.
Recuperando-se de uma cirurgia no pulmão e 14 quilos mais magro, Poty sobreviveu a quase todos os seus parceiros de criação. O termo "parceria" se justifica porque o artista não é um burocrata que se limita a fazer desenhos sob encomenda. Faz questão de mergulhar no universo dos escritores cujas obras ilustra. Além de ler o manuscrito da obra, Poty costuma manter longas conversas com os autores, que lhe permitem penetrar nos desígnios da criação. É por essa forma de trabalhar que, além do traço preciso no papel, o ilustrador se transformou num memorialista informal dos literatos brasileiros.
Como um violino 

Poty passa boa parte dos dias em seu ateliê, num tranqüilo bairro curitibano. Debruçado sobre uma mesa enorme, não abre mão de um papel de qualidade e prefere as velhas canetas nanquim com pena na ponta. "Elas refletem todo o nervosismo e podem ser manejadas como um violino", compara o artista, que há apenas cinco anos incorporou a cor suas obras. Calado até mesmo com as pessoas que desfrutam sua intimidade, ele é daqueles sujeitos tímidos e sensíveis que impressionam pela generosidade. Prova disso é a doação que fez à cidade de Curitiba, em 1986, depois da morte da mulher, Célia, e que permitiu a criação do Museu Metropolitano de Arte. Entregou cerca de 1.000 peças entre gravuras, desenhos, pinturas, esculturas, imagens religiosas e objetos indígenas. Do acervo pessoal do artista constavam trabalhos de Guignard, Pancetti, Portinari, Djanira, Di Cavalcanti e duas gravuras de Picasso, utilizadas nos estudos de Guernica. "A gente some mesmo. No museu todo mundo vê."

Glenda Mezarobba
Fotos Marcos Campos
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Construção civil cresce pelo quinto mês consecutivo



Pesquisa da CNI mostra que empresários estão otimistas e pretendem aumentar as compras de materiais e a oferta de emprego.

O nível de atividade da construção civil atingiu 53,8 pontos em junho. Esse é o quinto mês consecutivo de aumento da atividade do setor, informa a Sondagem da Construção Civil, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira, 30 de julho. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem. Valores acima de 50 pontos indicam crescimento.
O número de empregados acompanhou o crescimento do setor e registrou 52,9 pontos no segundo trimestre. Os empresários também consideram positivo o lucro das empresas. O indicador de satisfação com a margem de lucro ficou em 52,4 pontos no segundo trimestre. E o índice de satisfação com a situação financeira também é positivo: ficou em 55,1 pontos no segundo trimestre. Os empresários também consideram que ficou mais fácil ter acesso ao crédito. O indicador, que estava em 50,6 pontos no primeiro trimestre, subiu para 51 pontos no segundo trimestre.
Segundo a pesquisa, o desempenho positivo da construção civil é resultado da implantação de programas governamentais de longa duração, como o habitacional e o de obras de infraestrutura. A Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016, que serão realizadas no Brasil, também elevam as expectativas positivas dos empresários.
Em julho, as expectativas para os próximos seis meses sobre o nível de atividade do setor ficaram em 65,2 pontos. O otimismo também é observado em relação a novos empreendimentos e serviços, que registrou 66 pontos no mês. O elevado otimismo dos empresários deve aumentar a compra de insumos e matérias-primas e a oferta do emprego no setor, diz a pesquisa da CNI. 
O indicador de expectativa de compra de insumos de matérias-primas para os próximos seis meses atingiu 63,9 pontos e o de número de empregados ficou em 64,5 pontos.
Embora com bons indicadores, o setor de construção civil tem alguns desafios a superar, na visão dos empresários. Entre os principais problemas no segundo trimestre, eles identificam a falta de trabalhador qualificado, apontado por 62% deles, e a elevada carga tributária, assinalada por 60,9% dos empresários.
A Sondagem da Construção Civil do segundo trimestre foi feita entre 30 de junho e 20 de julho. Foram consultadas 320 empresas de todo o país, entre as quais, 175 eram pequenas, 110 médias e 35 grandes. 
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Relação entre arte e tecnologia

Núcleo de Arte e Tecnologia do Paço da Liberdade SESC - PR -  (Nulib) é o local para debater, investigar e construir obras  e teorias ligadas às duas áreas.


Serviço
NULIB
A partir de agosto
Paço da Liberdade SESC PR
Praça Generoso Marques, 189 - Centro
Curitiba - PR
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Inscrições para Concurso Nacional de Contos


A Secretaria de Estado da Cultura do Paraná está realizando o Concurso Nacional de Contos Newton Sampaio e o Concurso Nacional de Poesia Helena Kolody.
As inscrições estarão abertas até 16 (dezesseis) de agosto de 2010.
Saiba mais, no link abaixo:
http://www.cultura.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo
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29 de julho de 2010

Orbitato: criatividade prática na moda e no design

Centro de Estudos em Arquitetura, Moda e Design,  em Santa Catarina, tem a proposta de articular o relacionamento entre a indústria e as  forças criativas do mercado. 

      O Instituto criou do primeiro curso de Formação 
de Modelistas no Brasil



Com sede na cidade de Pomerode, estrategicamente inserido no pólo da indústria têxtil de Santa Catarina, o Orbitato é um Centro de Estudos, em Arquitetura, Moda e Design, que se propõe a articular o relacionamento entre a indústria e as inúmeras forças criativas do mercado, potencializando o surgimento de cultura e inovação.
Sua programação de cursos, oficinas e eventos voltados ao complemento e à especialização dos estudos tradicionais é capaz de reunir em um mesmo espaço profissionais renomados - como Ana Lúcia Niepceron, Suzana Salquin, Ronaldo Fraga, Luis Fernando Campanella, Sandra Harabagi e Jum Nakao - com colaboradores das grandes empresas da região, além de profissionais de criação das mais diferentes áreas e procedências. 
O contato com profissionais de forte atuação no mercado torna possível a realização

                   As oficinas oferecidas pelo Orbitato reúnem diferentes áreas do conhecimento  e realidades profissionais 
A criação do primeiro curso de Formacão de Modelistas no Brasil e o desenvolvimento de uma linha de produtos para a marca Altenburg dentro Curso de Pós-Graduação em Criação e Desenvolvimento de Produto são exemplos de parcerias que produzem resultados efetivos para todos os agentes envolvidos no universo têxtil e de design de produtos brasileiros. 
Entrevista com Celaine Refosco
Na entrevista abaixo, a artista plástica e diretora do Orbitato, Celaine Refosco (foto) explica a filosofia do instituto e suas recentes realizações:




1 - Como surgiu a ideia do Orbitato?
Iniciamos o Orbitato reconhecendo que na indústria a capacidade de criação está atrelada ao conhecimento técnico. Ao longo de cerca de três anos de trabalho, foi ficando cada vez mais claro que o conhecimento técnico é de fato condição fundamentadora da capacidade de criar.
Percebemos  que a palavra criatividade, quando usada de maneira solta, não só não tem nenhum valor como até assusta o empresário, causando uma série de danos nas empresas e no mercado. Constatamos também que, na mesma medida da necessidade do conhecimento técnico, está a necessidade da capacidade de compreensão do mundo.
Atualmente, um bom profissional tem que poder dominar o seu ofício técnico e pensar o seu fazer no contexto do mundo, acompanhar as mudanças que são tão rápidas, poder discernir, entender, contextualizar, opinar, para poder ter o que tanto se deseja: iniciativa.
Nossa vocação é essa: especializar. Não viemos para competir com as graduações que já estão implantadas de maneira sólida, viemos para complementar, aprofundar, valorizar talentos. Pretendemos continuar atuando nesta etapa do amadurecimento profissional
2 - Como você enxerga a indústria têxtil e de moda atual em Santa Catarina?
Santa Catarina concentra a indústria têxtil legal mais saudável do país. No início, o mercado de confecção tinha fins muito práticos, fazendo roupas funcionais, para aquecer, dormir, vestir crianças. Com freqüência quem fazia os moldes eram as mulheres, que já tinham este conhecimento, pois faziam roupas para a família. Hoje Santa Catarina quer fazer moda, o que exige uma profissionalização em muitas outras áreas do conhecimento.
Na indústria da moda, há um mito em vigor de que quem cria é o estilista, quando na verdade a criação industrial é uma ação coletiva. O estilista é uma espécie de ordenador da criação, mas a criação em si é compartilhada, no mínimo com quem desenha e com quem modela. Além disso, há uma grande carência por profissionais como modelistas no mercado, e por outro lado, não há cursos de formação para eles. Em geral é uma daquelas profissões em que se aprende a fazer fazendo. Por isso criamos um curso específico para modelistas, dos novos tempos, por exemplo.
3 – Como funciona a estrutura dos cursos?
Temos por principio utilizar como espaço pedagógico, locais que possam contribuir significativamente com o desenvolvimento do aprendizado pretendido. Durante os momentos teóricos, reflexivos ou construtivos estamos em Pomerode, mas as vezes é necessário estar dentro de uma fábrica, de uma confecção, nas ruas, para poder de fato reunir elementos que nos levem a compreender determinadas realidades. Temos acordos com empresas que abrem suas portas para o aprendizado e isto é muito salutar.
4 – Fale um pouco sobre a abordagem pedagógica dos cursos e a escolha dos professores?
Consideramos fundamental saber fazer para poder ensinar. Não acreditamos em professores de carreira, aqueles que só ensinam e se eximem de realizar. Nossos professores são profissionais atuantes, assinam seus próprios trabalhos ou atuam em empresas, em posições de destaque. A relação entre teoria e prática começa aí.
Além disso, não gostamos de professores que guardam para si o “pulo do gato”, como também não queremos ter alunos “clientes”. Fazemos questão de reunir quem quer muito aprender, se transformar, se melhorar, com quem de fato quer ensinar e vê nesta ação, ensinar, uma possibilidade concreta de transformação da realidade.
Estes são nossos fundamentos pedagógicos, reunir quem aprender com quem quer ensinar. Não há outra forma, embora muito se tente e se teorize a respeito. O conhecimento precisa ser um desejo profundo dos envolvidos na ação pedagógica.
5 – Na sua visão, quais os desafios para a indústria têxtil catarinense alcançar o status de formadora de moda?
A cultura da cópia ainda existe, mas cada vez de maneira menos estruturada. Isso de ir para a Europa, comprar modelos para serem copiados, ainda se faz, mas felizmente menos. Em suma, cada vez mais o produto copiado vale menos. O produto copiado não garante de maneira alguma que uma marca venha a ter um DNA como se diz atualmente, a cópia não garante a identidade.
As marcas, mesmo as pequenas, estão tendo que parar para pensar e decidir como querem ser, que produtos querem ter, que características desejam para seu produto, que clientes buscam e como se relacionar com este cliente. A primeira medida de identidade é a forma. Embora visualmente seja difícil detectar, com freqüência escolhemos roupas, calçados, porque “vestem bem” e não porque são bonitos, de bom material. Ou ao contrário, compramos o “bonito” mas não conseguimos usar porque não veste como devia.
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"500 Grandes da Construção"

Nesta edição do ranking elaborado pela revista "O Empreiteiro", as empresas Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez lideram o ranking na categoria Construtora.


Liderando o 39º Ranking da Engenharia Brasileira – 500 Grandes da Construção, elaborado pela revista "O Empreiteiro", nesta edição do evento as empreiteiras Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez concorrem na categoria “Construtora”. O ganhador será revelado na festa de premiação, dia 10 de agosto, às 19h, no Clube Monte Líbano (SP). As tops da lista das 500 se destacam com base no faturamento declarado apurado no ano passado que, somado, passa dos R$ 14 bilhões.
Na categoria “Construção”, competem 161 empreiteiras de várias partes do País. Nas demais, 107 do segmento de “Projetos e Consultoria”, 45 de “Montagem Industrial” e 62 de “Serviços Especiais da Engenharia”.  
SERVIÇO

Ranking da Engenharia Brasileira – 500 Grandes da Construção




Data: 10 de Agosto de 2010
Horário: das 19 horas
Local: Clube Monte Líbano – São Paulo




Promoção: Revista O Empreiteiro – Lithos Editora
Auditoria: Deloitte




Informações: (11) 3781-5075




EVENTO DIRIGIDO A PROFISSIONAIS DO SETOR

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