22 de julho de 2010

Nas bancas: revistas trazem ótimas dicas



Mudar a decoração só com tecidos: Casa Cláudia mostra como forrar paredes e móveis de acordo com o perfil de cada morador. 



Comprar móveis novos é uma maneira de deixar a casa de cara nova. Mas, trocar os tecidos pode ser mais rápido, efetivo e econômico e consegue-se o mesmo efeito. É o que mostra a edição da CASA CLAUDIA que está nas bancas. Os tecidos têm a capacidade de quebrar a seriedade de móveis antigos e dar um novo significado a paredes e poltronas a partir de uma simples aplicação sobre diversos tipos de superfície. O resultado é mais impactante que a pintura de paredes e se adequa a todo tipo de personalidade: da mais séria à mais despojada. 
Para quem tem móveis rústicos, uma forma de dar leveza para sofás e cadeiras antigas é revesti-las com tecidos florais, criando um clima de descontração no local mais ventilado do lar. Na revista, o ambiente escolhido foi uma varanda em que o banco de madeira e as almofadas foram encapados com tecidos de diferentes padronagens florais em diversos tons vivos de azul, rosa e laranja. 
Outra ideia para renovar móveis puídos em salas de estar e de jantar é apostar em veludos de cores vivas e brilhantes, que são uma tendência em todo mundo, poisconvidam a ousar mais nas escolhas de cores, texturas e padrões.  Esse tipo de trama pode ser aplicada a sofás e apoios para os pés e agradam pessoas que gostam de decoração com um quê de luxuoso. 
Para os contemporâneos, as estampas multiculturais e grafismos sãoas mais indicadas. Um mesmo ambiente pode combinar diferentes estampas - o segredo para compor é trabalhar a afinidade de tons dos tecidos que forram paredes e poltronas. Assim, pode-se misturar do étnico ao gráfico e do discreto ao psicodélico. 
A CASA CLAUDIA de julho ainda indica oito soluções descoladas que dão graça às paredes, ensina como acertar na escolha do colchão e traz um especial sobre a beleza essencial da decoração japonesa.


Revista Minha Casa: atenção ao comprar móveis em outlets





Edição de agosto mostra como se precaver de móveis com defeitos ou deteriorados, além de apontar as melhores ofertas.
Como achar as melhores pechinchas para mobiliar a sua casa? A Minha Casa que sai nas bancas no dia 20 faz um mergulho nas principais outlets, lojas de fábrica, pontas de estoque e saldões por quatro regiões do Brasil (Sul, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste). Além de apontar as melhores condições de garantia e os mais generosos descontos, a revista ensina técnicas para conferir a qualidade de produtos com defeitos de fábrica, prevenindo o leitor de ser iludido por bons preços e levado a comprar uma dor de cabeça. 
A ordem é estar atento a detalhes que são decisivos na hora da compra. O estofado de móveis tem de exibir cor uniforme; sinais como desbotamento, fios soltos e acabamento de madeira descascado significam que a deterioração só vai piorar. É bom ter olho-vivo quanto ao certificado de procedência da madeira, o que denota maior durabilidade da peça. O comprador deve experimentar os móveis, sentando-se pesadamente nas cadeiras e abrindo e puxando gavetas para testar sua resistência. 
O conselho é amigo, porque os preços são tentadores: lojas em São Paulo oferecem descontos de até 70%; na outlet Clássica Design, além do abate de 70%, há garantia de cinco anos. Já a loja de fábrica curitibana Le Baron oferece, além de garantia de um ano, assistência técnica. Na grande maioria dos casos, o consumidor não pode trocar o produto em caso de defeitos de fábrica, a não ser no saldão móveis de Campo Grande Casa Verde. 
A revista também ensina soluções criativas para quem vive em quitinete e quer economizar espaço; a montar uma descolada cozinha americana; e explica porque o consumidor pode optar pelo chuveiro elétrico com consciência tranquila.
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