14 de julho de 2010

Sapatos, paixão da crítica de arte


Galerista, historiadora e crítica de arte Mali Villas-Bôas, que trabalha com o universo da arte há 25 anos, fala sobre o tema com paixão e suficiente conhecimento de causa. 

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Mali possui a história completa sobre os sapatos, registros e fotografias e também calçados que comprou nos lugares mais inusitados do mundo. 

Para Mali Villas-Bôas, segundo consta em suas pesquisas, o sapato é um acessório de proteção para os pés por definição de conceito, porém eles transcendem essa proposta inicial e passam a ser utilizados como uma forte “ferramenta” da moda, cuja função demonstra um estilo próprio e até mesmo uma postura social em consequência de um alto poder aquisitivo.
Sandálias, botas, rasteirinhas e derivados são o sonho de consumo de muitas mulheres do mundo inteiro. Com suas cores, tamanhos elaboração, pedrarias e brilhos, esses acessórios têm a capacidade de melhorar a auto-estima do público feminino.
Sua origem divide algumas opiniões e alguns historiadores afirmam que ele teria sido criado no antigo Egito, porém existem vestígios de que a história do sapato começa a partir de 10 mil a.C., ou seja, no final do período Paleolítico, pois pinturas desta época, em cavernas na Espanha e no Sul da França fazem referência ao calçado.
No antigo Egito, as sandálias eram feitas de palha, papiro ou de fibra de palmeira e era comum as pessoas andarem descalças, carregando as sandálias e usando-as apenas quando necessário.
A numeração é de origem inglesa e teria sido elaborada pelo próprio Rei Eduardo, quem teria uniformizado e padronizado essas medidas.
A primeira referência conhecida da manufatura do calçado na Inglaterra é de 1642, quando Thomas Pendleton teria fornecido quatro mil pares de sapatos e 600 pares de botas para o exército local, originando assim uma demanda de mercado e de consumo do produto até os dias de hoje.
Fazendo um apanhado perfeito e bastante necessário entre o passado, o presente e o futuro, a galerista, historiadora e crítica de arte Mali Villas-Bôas, que trabalha com o universo da arte há 25 anos, fala sobre o tema com paixão e suficiente conhecimento de causa, já que possui a história completa sobre os sapatos, registros e fotografias e também calçados que comprou nos lugares mais inusitados do mundo, inclusive das grifes mais conhecidas dos Estados Unidos e da Europa, a exemplo da mais nova grife de calçados, Christian Loubotin, que ficou conhecido por vestir os pés das celebridades, com preços exorbitantes.

Uma paixão antiga da crítica de arte christian-louboutin.jpg
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