1 de agosto de 2010

Camargo Corrêa Cimentos anuncia investimentos em Angola

 Empresa também lança pedra fundamental de nova fábrica no Paraguai. Plantas entrarão em operação a partir de 2012; aporte chega a mais de US$ 500 milhões.


A fábrica de Angola, com aporte acima de US$ 400 milhões, será sediada em Lobito, na província de Benguela. Com capacidade estimada em 1,6 milhão de toneladas de cimento por ano, a planta deverá gerar cerca de 500 empregos diretos. Trata-se de um dos maiores investimentos privados realizados no país nos últimos tempos.
A Camargo Corrêa Cimentos vai operar no mercado angolano com a marca Cimento Palanca. Com a implantação da unidade fabril, a companhia espera contribuir para o desenvolvimento da indústria e da sociedade locais, além de abastecer um mercado que observou altas taxas de crescimento nos últimos anos e cuja demanda era basicamente suprida pela importação, enfrentando oscilações. A unidade cimenteira deverá entrar em operação no primeiro trimestre de 2013.
No Paraguai, no dia 30/07, a Camargo Corrêa Cimentos fez lançamento da pedra fundamental para a construção da sua primeira unidade fabril da Cimentos Yguazú. O aporte, calculado em US$ 100 milhões, é o maior investimento externo direto já realizado por uma companhia internacional no país vizinho. O evento contou com a presença dos presidentes do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, e do Paraguai, Fernando Lugo.
A fábrica da Cimentos Yguazú ficará localizada na cidade de Villa Hayes, a cerca de 30 quilômetros de Assunção, terá capacidade de produzir 400 mil toneladas ao ano do produto e tem previsão de início de sua produção em 2012. No período de construção, a unidade vai gerar cerca de 1.000 empregos diretos, e a companhia vai priorizar a contratação de mão-de-obra local. Após o início da operação, a empresa deverá gerar outros 300 postos de trabalho.
“Com a construção das fábricas em Angola e no Paraguai, pretendemos, a um só tempo, desenvolver socioeconomicamente estas duas regiões, dinamizar estas economias e gerar renda e emprego à população local”, visualiza José Édison Barros Franco, presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa Cimentos. “E também vamos assegurar o abastecimento de cimento que possibilitará a estes países reativar com força a construção civil”, explica.
Nos dois casos, a Camargo Corrêa contará com a participação de sócios locais, mas deterá controle sobre a gestão dos negócios.

Sobre a Camargo Corrêa Cimentos
Por suas práticas socioambientais responsáveis, a Camargo Corrêa Cimentos conquistou em diversas plantas as certificações internacionais ISO 14001 e OHSAS 18001. Em 2009, a companhia se associou ao Cement Sustainability Initiative (CSI), conselho mundial que reúne os principais grupos cimenteiros do mundo e que aponta soluções e diretrizes para alguns dos desafios do setor em escala global nos âmbitos econômico, social e ambiental. O CSI é ligado ao World Business Council for Sustainable Development (WBCSD).
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