18 de agosto de 2010

Museu Oscar Niemeyer figura como obra marcante em livro sobre engenharia estrutural

Livro da Eolis Produções Culturais, o recém-lançado “Aço e Concreto que Parecem Voar” resgata a importância dos engenheiros calculistas e exalta 41 obras de grande importância para as metrópoles onde se situam e para a engenharia estrutural.

Um “olho” que surpreende, assim pode ser definido o maior complexo museológico da América Latina, o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, com seus 144 mil m2 de área integrada por um bosque. A obra é um dos maiores vãos em concreto protendido do País com a assinatura de Oscar Niemeyer.
 A área anexa representada pelo “olho” tem super’fície de 2.100 m2. Resumo histórico da Engenharia Estrutural no Brasil, com destaque para os profissionais e suas obras mais emblemáticas, o livro faz um passeio pelas dificuldades técnicas que foram superadas graças ao conhecimento teórico e prático, a intimidade no tratamento dos materiais e o uso das possibilidades ensejadas pelas novas tecnologias de informação à disposição dos engenheiros calculistas.
Entre as obras mencionadas como de relevância para a engenharia estão, por exemplo, o Hotel Unique, em São Paulo; a Ponte JK, em Brasília; a Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, em Belo Horizonte; a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, e Ponte Rio Negro, em Manaus. Ao todo, 18 estados têm obras relacionadas, sendo os de maior número, pela ordem: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Minas Gerais, Espírito Santo, Pará e Rio Grande do Sul.
Receberam uma citação cada os estados de Goiás, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Alagoas, Sergipe, Amazonas Piauí e Ceará.
Grande parte do conteúdo do livro está calcada em trabalhos recentes, contemplados pelo Prêmio Talento da Engenharia Estrutural, que a Gerdau e a Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural (Abece) promovem desde 2003. É um registro de grande importância para a Engenharia Brasileira que, paradoxalmente, tem investido pouco no resgate da sua própria história.
Segundo o publisher Joseph Young, idealizador do projeto, que conta com o texto do experiente jornalista Nildo Carlos Oliveira, “só os arquitetos e os calculistas estruturais são capazes de tal proeza: extasiar um leigo e fazê-lo parar defronte de uma estrutura que combine harmonicamente estética e originalidade, com generosa dose de audácia”.
“Aço e Concreto que Parecem Voar” é um roteiro agradável de ser percorrido também para o leitor não familiarizado com engenharia. Ele passa a conhecer o histórico de edifícios, pontes e viadutos que chamam a atenção pela ousadia de suas propostas, sem deixar de lado o caráter utilitário dessas obras, que foram projetadas e construídas para servir a população.
O livro tem fomento do Ministério da Cultura pela Lei Rouanet e patrocínio das empresas Gerdau, SH Fôrmas Andaimes e Escoramentos, Protende Sistemas e Métodos de Construções e Mecan Indústria e Locação de Equipamentos para Construção. 
Serviço
Aço e Concreto que parecem Voar

Editora: Eolis Produções Culturais

Edição: 1a. edição, 2010
Número de páginas: 200 páginas
Contato e vendas: (11) 3731-5488 contato.eolis@gmail.com
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