11 de abril de 2011

Conheça os concorrentes do Los Angeles Brazilian Film Festival

Longas-Metragens em Competição
Teus Olhos Meus (Soulbound), de Caio Sóh – Com Emílio Dantas, Remo Rocha, Paloma Duarte e Roberto Bomtempo;
Leo e Bia (Leo and Bia), de Oswaldo Montenegro – Com Paloma Duarte e Emílio Dantas.
Como Esquecer (So Hard to Forget), de Malu Martino – Com Ana Paula Arósio e Murilo Rosa.
Federal (Federals), de Eric de Castro – Com Selton Melo e Carlos Alberto Ricelli.
400 contra 1 – Uma História do Comando Vermelho (400 VS 1 – An Organized Crime Story), de Caco Souza – Com Daniel de Oliveira e Daniela Escobar.
As Mães de Chico Xavier (The Medium’s Mother), de Halder Gomes e Glauber Filho – Com Caio Blat, Vanessa Gerbelli e Herson Capri.
O Jardim das Folhas Sagradas (Leaves of the Sacred Garden), de Pola Ribeiro
Área Q, de Gerson Sanginitto – Com Murilo Rosa, Isaiah Washington e Tânia Khalil.
Inversão (Inversion), de Edu Felistoque – Com Gisele Itié.
Sessões Especiais
O Meio do Rio entre as Árvores (Within the River Among the Trees), de Jorge Bodansky
A Sombra da Linha Verde (Shadows of the Green Line), de Kaya Verruno
Curtas-Metragens em Competição
O Gigante de Papelão (Think BIG, Think small-scale), de Barbara Tavares – Curta-metragem de Abertura
Sitiados (Besieged), de Marcello Boynard
Último Ensejo (Last Chance), de Ramon Santos
O Leilão (The Hand), de Thiago Picchi
O Caso Libras (Speechless), de Melise Maia
Viver Outra Vez (Living Again), de Thomas Hale
Pedaço de Papel (Piece of Paper), de Cesar Raphael
O Belga (The Belgiam), de Igor Spacek e Ivan Spacek
Sob o Encanto da Luz (Under the spell of the Light), de Dirceu Lustosa
Vitrines (Showcase), de Carlos Segundo
O Rio e Eu (The River and I), de Diego Lopes
A Vidente, de Darcyana Moreno Izel
Equívoco, de Alvaro Perrone
A Menina da Flor (The Girl With The Flower), de Farah Sarahyba
Curta Metragens – Exibições
Synergy, de Gabriela Egito
Super Morning, de Julia Camara
Live Without a life, de Wagner Fulco

Sobre a Campanha
Toda a imagem da campanha que retrata o futuro do cinema brasileiro na capital mundial do cinema foi realizada por uma equipe composta por excelentes profissionais. Ana Paula Negrão, 33 anos, foi a fotógrafa responsável pelo registro das imagens de Mayra. Ela é de São Paulo, anda de skate e adora rock n’ roll. Douglas Sato, hairstylist e make-up artist, trabalha há nove anos no mercado da indústria fotográfica. Contribuiu muito com a maquiagem e cabelo que remete as divas do cinema dos anos 20 para representar o LABRFF 2011.
O making of do ensaio fotográfico ficou a cargo da publicitária Luísa Mauaccad, 24 anos, que  registrou em vídeo toda a produção do ensaio, que virou um clip na página do LABRFF no Youtube.
“Este ano pretendemos oferecer ao público uma imagem clássica inspirada nas divas do cinema americano, como Jean Harlow, e ao mesmo tempo não podíamos deixar de fora certa representação atualizada de acordo com o nosso tempo”, analisa Paulo. 
“São dois conceitos difíceis de casar, mas creio que o resultado do ensaio, clássico, convergiu muito bem com o conceito moderno de design aplicado sobre a artwork”, complementa.  O designer do LABRFF é André Raw, que do Rio de Janeiro trabalha virtualmente para produzir as peças da campanha do festival.
“O tema da campanha deve-se, sobretudo, ao atual momento vivenciado pelo mercado audiovisual brasileiro. Após a comemoração de 15 anos do cinema brasileiro da Retomada, em 2010, percebemos que uma parte da história do cinema nacional já estava escrita e pontuada. Deste momento em diante, só havia um caminho a ser percorrido pelos profissionais do mercado. Um caminho novo, e não aquele que os precursores da Retomada haviam trilhado e deixado suas pegadas para serem seguidas e que renderam muitos frutos e resultados positivos, exalta Nazareno.
“Acreditamos que a partir de 2011 um novo mercado esteja se descortinando para o cinema brasileiro e com uma série de novos desafios no futuro. Desafios que passam por questões relacionadas a tecnologias, novas plataformas e formatos de exibição, distribuição e direitos autorais. Veremos um futuro permeado por questões absolutamente impensáveis há uma década. Por este motivo estamos celebrando e abraçando o futuro do cinema brasileiro, que desejamos ser o mais promissor de todos os tempos”, declara Meire Fernandes.
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