26 de outubro de 2011

Rosirene Gemael, adeus

http://cartunistasolda.com.br/2011/10/26/morreu-rosirene-gemael/

Muito obrigada, Rosirene
Trabalhei duas vezes com a Rosirene, na TV (RPC) e no Correio de Notícias. Com ela, aprendi que sabia escrever. Os textos para televisão são concisos, enxutos. Com a Rosirene fui capaz de produzir longas matérias. Como foi libertadora a experiência no Caderno de Cultura do Correio, um dos melhores que Curitiba já teve. Quem trabalhou na época em que eu trabalhei na TV Paranaense, sabe do que  estou falando...
Rosirene tinha um lindo texto, para mim, um dos melhores que tive oportunidade de conhecer. Ainda bem que eu disse a ela muitas vezes. Com ela aprendi muito, inclusive a me descobrir. Muito obrigada, Rosirene! 
"O melhor texto feminino de nossa imprensa” para Aramis Millarch.


Marise Heleine
Compartilho aqui o texto do Zé Beto:
Rosirene Gemael, adeus | Zé Beto:

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"Nos raios do sol e no balanço do mar É onde você poderá me encontrar Nas gotas de orvalho ao amanhecer Nos sonhos de cada amigo ao anoitecer Minha história escrevi com fé e maestria Agora, Virei poesia". Rosirene Gemael 1950 - 2011





Artigo de Aramis Millarch originalmente publicado em 11 de novembro de 1985

Rosirene, a que sabe falar para crianças

Em "O menino que não gostava de ouvir histórias", Rosirene Gemael, 31 anos, jornalista mãe de Marcos, 5 anos, conta a história de um menino que não gostava de ouvir histórias. Preferia, ele mesmo, em sua riquíssima imaginação, inventá-las. Ou recontá-las a sua maneira. Em apenas 35 páginas, ilustrada de forma original - belas fotografias de Julio Covello, trabalhadas com ilustrações de Vania Cordeiro - Rosirene colocou toda sua sensibilidade num texto admirável, com a classe de quem sabe usar as palavras, criando todo um mundo de magia. Justamente premiado no concurso de livros infantis promovido pela Fundação Cultural - que patrocinou a edição - o livro de Rosirene teve tão boa acolhida que a deverá estimular a outras experiências na área. Talento e sensibilidade para tanto não lhe faltam.

Texto de Aramis Millarch, Tablóide - O Estado do Paraná - 12/11/1985

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