25 de fevereiro de 2013

O céu não pode esperar Edgar Yamagami

Pequenos poemas, grande poeta, grande amigo, leve, verdadeiro, Edgar foi embora muito cedo. E como ele disse algum tempo do transplante: "vai-se o figado, fica o coração". Fica sim, para sempre! Seu grande coração vai ficar: um pedacinho em cada um dos que o amaram. Eu o chamava de "samurai das letras", guerreiro sempre. Trabalhamos juntos na TV Paranaense (Canal 12), hoje RPC e, principalmente fora dali, tivemos ótimos momentos. Depois do jornal da noite e capitaneados pelo Manoel Carlos Karam, saíamos todas as noites  para viver a noite curitibana, muito nossa, muito particular. Nossas noites curitibanas.









Emocionada, nem consigo exprimir o que sinto, então compartilho aqui o texto de Zé Beto (Jornale)

Edgar Yamagami, adeus

24 fev 2013 - 19:08
"O Edgar era um poeta e seu sobrenome rimava com origami. Delicado como pessoa e até perfil físico. Durante quatro anos convivi com ele na redação da assessoria de Comunicação do Palácio Iguaçu. Falava pouco. Trabalhava muito bem. Seu corpo era tão sensível como sua alma. Foi por isso que se foi – e a notícia atravessou este domingo de por do sol de várias cores. Às vezes telefonava e dizia que não estava bem, isso porque tinham me colocado como chefe daquela redação. Eu dizia para ele ficar em casa e se cuidar. Um dia conversamos e recomendei-lhe um terapeuta. Ele foi porque até então não tinha descoberto o porquê de às vezes não conseguir ter ânimo para levantar da cama e sentir o mundo pesando na sua cabeça. Tempos depois, discretamente, como ele era, agradeceu. Saí dali e ele continuou, funcionário público que era. Às vezes coincidia de ele atender a ligação. Sabia o que informar, como informar. Era um grande profissional e integrante do time das pessoas de bem. Quem conviveu com ele aprendeu.
Segue um breve currículo postado no Google
Nasceu em 1956, em Apucarana, norte do Paraná, Brasil. Descendente de japoneses de classe média, é o segundo de quatro irmãos.
Aos 17 anos, deixa a família e segue para Curitiba, onde ingressa no curso de Jornalismo da UFPR. Com poucos recursos financeiros, mora na Casa do Estudante Universitário (CEU) por quatro anos.
Durante a faculdade, fez estágio na Fundação Cultural de Curitiba e nos jornais Correio de Notícias e Diário do Paraná. Fez um ano de curso de formação de atores no Teatro Guaíra. Ajudou na produção do filme Aleluia Gretchen, de Sílvio Back, e participou de duas coletâneas em livros de poetas paranaenses – todos na faixa dos 20 a 25 anos. Teve o incentivo de Paulo Leminski, Alice Ruiz, Reinaldo Jardim e Manoel Carlos Karam.
O primeiro trabalho profissional foi em 1979, quando atuou como repórter na TV Paranaense – Rede Globo. Dois anos depois, até o ano 2000, foi editor na mesma emissora.
Juntamente com o trabalho na televisão, foi repórter e editor no governo do Paraná, onde atua como jornalista até hoje.
Aprecia música, literatura, cinema, televisão, internet, artes plásticas. Faz pequenos poemas, postados na Facebook."

                                            No colo da mãe, em 1957, em Umuarama (PR)


13 de fevereiro de 2013

Enfim, 2013 começa


Por coincidência, ou não, hoje - 13/02/2013 - começa o Ano Novo chinês, que é o Ano da Serpente


xuchéga no tóchico

Vamos então a um pouco de Astrologia 2013 do site http://www.zastros.com.br
2013 é o Ano da Serpente

Considerada um símbolo de boa sorte na China, ano regido pelo signo da Serpente trará amor e sabedoria, mas pede calma, reflexão e planejamento.
Para a Astrologia Chinesa, 2013 será o Ano da Serpente. Segundo os chineses, o ano novo só se inicia em 13 de fevereiro, pois eles se baseiam no calendário lunar, que dura doze meses e 29 dias, e não no calendário solar, usado aqui no ocidente e nosso velho conhecido. Cada ano lunar é regido por um signo, representado por um animal que empresta suas características àquele ano. Para os chineses, o Ano da Serpente trará uma temporada de muita reflexão, planejamento e procura por respostas. Nada muito diferente do que já é esperado com a regência de Saturno.
Mas, não pense que isso se refere a algo pesado ou difícil. A Serpente carrega consigo um aspecto positivo, de muita sorte. Para os chineses este é um animal sagrado! Será um ano em que nos sentiremos protegidos por nossa própria sabedoria. Por outro lado, embora tudo possa ter um ar fresco e calmo, o ano da serpente costuma ser sempre imprevisível.
Olhando para trás na historia, vemos que anos regidos pela serpente nunca são muito tranquilos. Muitos desastres que se iniciaram no ano do dragão (2012) tendem a culminar no ano da serpente. Estes dois signos têm uma relação muito próxima e as calamidades dos anos da serpente resultam, frequentemente, dos excessos cometidos durante o reinado dos dragões.
No amor, as notícias são boas, mas a calma deverá ser mantida! Para quem está solteiro, a Serpente promete trazer um ano de romance e cortejo. Para quem está comprometido, as brigas podem ser mais intensas, repletas de escândalos de todo o tipo, fique atento! Veja onde pisa e seja mais cauteloso. Nada de deixar o coração falar mais alto.
As pessoas nascidas no Ano da Serpente são consideradas nobres dentro da Astrologia Chinesa. Tudo devido a sua sabedoria e capacidade de compreensão. São extremamente sensuais, supersticiosas, orgulhosas e vaidosas, além de muito refinadas.

12 de fevereiro de 2013

Recado direto para o atraso de vida:

"Os que vencem, não importa como vençam, nunca 
conquistam a vergonha." - Niccolo Maquiavel

A história nos mostra continuamente esta realidade. Você vê no Congresso, nas eleições de associações de bairros (claro que não se aplica a todos, mas que existem, existem).

Para vocês que são tão "certinhos", tão "donos da verdade", fiquem com suas caras amarradas, suas vidas cinzentas, tão previsíveis.
Desculpem os meus leitores, os que visitam o Artetecta, este recado não é nada profissional e não tem relação com as pessoas que fazem arte, criam, produzem, meus queridos amigos arquitetos, designers, assessorias de imprensa sempre muito competentes, ( vocês é que fazem a vida ser diferente, se destacam da multidão dos cinzas) mas, às vezes, é bom mandar diretas, já!

                                         "                    ***(foto)
De vocês, quero distância, pessoas ressentidas com a vida e outras, acomodadas, medrosas, no fundo, tenho pena e agradeço por poder ver que a vida por ser muito mais do que vocês pretendem ter!
*** A foto eu compartilhei  do Facebook, se alguém souber da autoria, me passe para eu dar crédito. Achei ela perfeita para ilustrar este recado.


10 de fevereiro de 2013

Psychobilly : em Curitiba, carnaval é com Zombie Walk 2013


Hoje é dia da Zombie Walk, a caminhada de zumbis, sete mil pessoas são esperadas, todas fantasiadas de mortos-vivos.  A caminhada faz parte de um dos maiores eventos do segmento psychobilly no mundo.
Data: 10 de fevereiro
Horário: a partir das 12h
Local: concentração na Praça Osório  -Ingresso: gratuito


                                                    http://www.flickr.com/photos/amandhalevandowski/
Carnival

Festival de bandas nacionais e estrangeiras do gênero psychobilly
Data: de 7 a 12 de fevereiro
Horário: diversos
Local: Espaço Cult (Rua Claudino dos Santos, 72 – Centro Histórico)
Ingresso: R$ 65 mais um quilo de alimento não perecíve

 The Caravans faz um único show no Brasil tocando no Psycho Carnival no domingo (10). A banda apresenta em Curitiba músicas que estarão no seu novo disco a ser lançado em março. O grupo foi formada em 1984, em Portsmouth, na Inglaterra. A banda começou com o guitarrista e vocalista Mark Penington chamando amigos para tocar covers de bandas desconhecidas dos anos 50 e foi influenciada por Johnny Burnette, Hank Williams, Gene Vincent, entre outros clássicos.
Eles faziam parte do cenário neo rockabilly britânico, mas sempre tiveram muitos fãs de psychobilly. Além de Penington, o baterista Lee Bernett é o único da formação original, mas ele saiu e voltou algumas vezes. A banda alternou formações como trio e quarteto.
A banda gravou o primeiro álbum em 1988 e foi convidada para tocar em festivais pela Europa, inclusive fazendo parte de eventos no badalado Klub Foot, em Londres. Em 2000 a banda aumentou seu público fazendo uma tour nos Estados Unidos e, na volta para a Inglaterra, sofreu um acidente de carro em 2001 deixando os músicos feridos. Mark passou por uma cirurgia e só voltou a gravar em 2003. A pausa forçada teve resultados positivos, já que o Caravans gravou discos que foram bem recebidos pelo público e fez várias tours pela Europa.
O The Caravans chega ao Brasil para um show único no Psycho Carnival – onde mostrará músicas inéditas – como prévia da tour de lançamento do disco novo em março. O Projeto Zombilly bateu um papo com Mark Penington que falou sobre a expectativa de tocar no Brasil e de como será o show no Psycho Carnival.

Grotesc-O-Vision – 1ª Mostra de filmes de zumbi e horror de Curitiba
Data: de 8 a 11 de fevereiro
Horários: sessões de sexta-feira a domingo, às 16h30 (exceto sexta-feira), 18h30 e 20h30. Sessão Zombie Walk-in ao ar livre na segunda-feira às 21h30. Locais: Cinemateca de Curitiba (Rua Carlos Cavalcanti, 1174), de sexta a domingo (8 a 10), e Ruínas de São Francisco (Setor Histórico), na segunda-feira(11).
Ingressos: R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia). Domingo a R$ 1. Sessão Zombie Walk-In gratuita (segunda-feira), nas Ruínas de São Francisco.
O tradicional Psycho Carnival chega à sua 14ª edição neste Carnaval, com mais de 30 shows, exposição de design, bazar e a sexta edição do Zombie Walk. O festival começou na quinta (7) e se estende até terça, sendo considerado um dos maiores eventos do segmento psychobilly no mundo.
Programação

A programação começou com a Festa de Abertura no Jokers Pub, a partir das 21h da quinta. Na sexta aconteceu a "Festa do Esquenta", no Espaço Cult, com shows iniciando às 20h15. Os shows mais concorridos vão de sábado a segunda, no mesmo local. E por fim, na terça, a Festa da Ressaca fecha o evento, também no Espaço Cult, a partir das 20h.

Demented Are Go (UK)

Entre os destaques musicais estão oito atrações internacionais: The Caravans (UK), Demented Are Go (UK), The Monster (Suíça), Frantic Flintstones (UK), The Swampys (Bélgica), Los Primitivos (Argentina), Atomic Rotors (França) e Reverend Beat Man (Suíça). Os shows vão sempre ser iniciados por uma banda mais conhecida, seguida das mais novas.
Em frente à casa de shows acontece o Pyscho Car Carnival, no qual serão expostos carros especiais. Junto a esta exposição estará o Bazar Cultura Custom, com roupas, acessórios, canecas, sapatos, CDs e outros produtos rockabilly e psychobilly. Os dois eventos tem entrada franca e vão de sábado a segunda, com shows gratuitos de uma banda por dia: Hop Boomers, Nekromonsters e Mad Bunch. Estes shows acontecem entre as 14h e às 17h.

Outra novidade desta edição é a exposição do designer curitibano Beto Janz, que ocupa o Espaço Cult durante todo o evento com esculturas em shape e customização de bicicletas.

Zombie Walk
A "caminha da de zumbis" chega à sua sexta edição depois de atrair 4,5 mil pessoas no ano passado. A caminhada sai da Praça Osório, onde acontece a concentração ao meio-dia do domingo de Carnaval, com saída às 14h em direção às Ruínas de São Francisco. Nas Ruínas acontecem a partir das 16h shows gratuitos das bandas Rádio Cadáver e Barbatanas, ambas de Curitiba.

Os participantes devem estar caracterizados como zumbis, mas para quem não tiver tempo de fazer sua maquiagem, uma equipe especializada estará no local prestando serviços por valores entre R$10 e R$20. Depois da caminhada, uma votação online vai eleger as melhores caracterizações do ano.
www.blog.psychocarnival.com.br.


Restos do Carnaval, por Clarice Lispector


Não resisti e compartilhei do Zé Beto (Jornale). Por que? Porque amo Clarice, sempre!


http://ealeixo.blogspot.com.br/2011/04/mascara-dos-dias.html

Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval. Até que viesse o outro ano. E quando a festa já ia se aproximando, como explicar a agitação que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.
No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé de escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um saco de confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.
E as máscaras? Eu tinha medo, mas era um medo vital e necessário porque vinha de encontro à minha mais profunda suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistério. Até meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.
Não me fantasiavam: no meio das preocupações com minha mãe doente, ninguém em casa tinha cabeça para carnaval de criança. Mas eu pedia a uma de minhas irmãs para enrolar aqueles meus cabelos lisos que me causavam tanto desgosto e tinha então a vaidade de possuir cabelos frisados pelo menos durante três dias por ano. Nesses três dias, ainda, minha irmã acedia ao meu sonho intenso de ser uma moça – eu mal podia esperar pela saída de uma infância vulnerável – e pintava minha boca de batom bem forte, passando também ruge nas minhas faces. Então eu me sentia bonita e feminina, eu escapava da meninice.
Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco. É que a mãe de uma amiga minha resolvera fantasiar a filha e o nome da fantasia era no figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom cor-de-rosa, com os quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira.
Foi quando aconteceu, por simples acaso, o inesperado: sobrou papel crepom, e muito. E a mãe de minha amiga – talvez atendendo a meu mudo apelo, ao meu mudo desespero de inveja, ou talvez por pura bondade, já que sobrara papel – resolveu fazer para mim também uma fantasia de rosa com o que restara de material. Naquele carnaval, pois, pela primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não eu mesma.
Até os preparativos já me deixavam tonta de felicidade. Nunca me sentira tão ocupada: minuciosamente, minha amiga e eu calculávamos tudo, embaixo da fantasia usaríamos combinação, pois se chovesse e a fantasia se derretesse pelo menos estaríamos de algum modo vestidas – àidéia de uma chuva que de repente nos deixasse, nos nossos pudores femininos de oito anos, de combinação na rua, morríamos previamente de vergonha – mas ah! Deus nos ajudaria! não choveria! Quando ao fato de minha fantasia só existir por causa das sobras de outra, engoli com alguma dor meu orgulho que sempre fora feroz, e aceitei humilde o que o destino me dava de esmola.
Mas por que exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão melancólico? De manhã cedo no domingo eu já estava de cabelos enrolados para que até de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos não passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! Chegaram três horas da tarde: com cuidado para não rasgar o papel, eu me vesti de rosa.
Muitas coisas que me aconteceram tão piores que estas, eu já perdoei. No entanto essa não posso sequer entender agora: o jogo de dados de um destino é irracional? É impiedoso. Quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge – minha mãe de súbito piorou muito de saúde, um alvoroço repentino se criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remédio na farmácia. Fui correndo vestida de rosa – mas o rosto ainda nu não tinha a máscara de moça que cobriria minha tão exposta vida infantil – fui correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval. A alegria dos outros me espantava.
Quando horas depois a atmosfera em casa acalmou-se, minha irmã me penteou e pintou-me. Mas alguma coisa tinha morrido em mim. E, como nas histórias que eu havia lido, sobre fadas que encantavam e desencantavam pessoas, eu fora desencantada; não era mais uma rosa, era de novo uma simples menina. Desci até a rua e ali de pé eu não era uma flor, era um palhaço pensativo de lábios encarnados. Na minha fome de sentir êxtase, às vezes começava a ficar alegre mas com remorso lembrava-me do estado grave de minha mãe e de novo eu morria.
Só horas depois é que veio a salvação. E se depressa agarrei-me a ela é porque tanto precisava me salvar. Um menino de uns 12 anos, o que para mim significava um rapaz, esse menino muito bonito parou diante de mim e, numa mistura de carinho, grossura, brincadeira e sensualidade, cobriu meus cabelos já lisos de confete: por um instante ficamos nos defrontando, sorrindo, sem falar. E eu então, mulherzinha de 8 anos, considerei pelo resto da noite que enfim alguém me havia reconhecido: eu era, sim, uma rosa.

Tendência de decoração: Grafismos - Máxima

Da Revista Máxima, Portugal, vem a dica:


Tendência de decoração: Grafismos - Máxima

7 de fevereiro de 2013

Adeus TIM, o trem azul te leve para bem longe

Caros visitantes,

Demorei a voltar a atualizar o Artetecta por dificuldades técnicas. Eu utilizava a TIM que só me causava transtornos. Impossível trabalhar. Desde quando mudei para Bal. Camboriú eu usava um modem daquela empresa porque não havia definido o local  onde iria morar. Minha opção pela GVT já era certa, mas no endereço onde eu pensei que iria morar (esta é uma outra história, bem complicada que qualquer hora vou contar aqui)  não havia lugar "no armário". É, tecnicamente é isto mesmo, é preciso ter lugar no armário. Tanta gente saindo né, e eu querendo entrar. Como agora defini o local de residência, consegui uma linha da GVT e graças a isto vou voltar a postar regularmente. Agora só faltam alguns ajustes.
Obrigada por visitarem o Artetecta!