19 de setembro de 2014

Luciane Merlin apresenta "Minhas Digitais", no Teatro Sesi Portão, em Curitiba

Boa música, linda voz
Luciane canta Chico, Milton, Tom Zé e Jobim. Ótima oportunidade para ouvir boa música.



Luciane Merlin traz ao palco o show "Minhas Digitais". 
O repertório, muito bem selecionado, é formado por canções de Chico Buarque, Milton Nascimento, Tom Zé, Tom Jobim, músicas que acompanham a cantora durante os 20 anos de palco e que de alguma forma influenciaram na sua formação de intérprete e cantora. 

Ficha técnica
Músicos: Isaac Dias (violão) e Léo Cardoso (percussão).
Cenário: Juliana Choma
Iluminação: Elisa Ribeiro
Apoio: Mr. Gorski Turismo e Milho Guerreiro
Foto de Larissa Oksana


Apresentação no Teatro Paiol



Sobre Luciane
Luciane Merlin começou a cantar muito cedo, aos 7 anos de idade, É ela quem conta: 

"Sempre me apresentei em teatros com os grupos vocais, o último que eu particpei foi o Grupo de MPB da UFPR. O meu primeiro show solo foi em 2011 no Teatro Paiol, que foi uma homenagem ao compositor Assis Valente.
As pessoas me pediam pra fazer um show com músicas conhecidas, e como sempre pensava em fazer um show com essas músicas (Chico Buarque, Milton Nascimento, Tom Zé, Tom Jobim),  acho que chegou a hora!".


Show "Minhas Digitais" 
Data: Sexta-feira, 26 de setembro 
Horário: 20h 
Local: Teatro Sesi Portão
Rua Padre Leonardo Nunes, 180
Entrada pela rua lateral Álvaro Vardânega, Portão | Curitiba 
Telefone: (41) 3271-8469 
Classificação: Livre 
Ingressos: R$ 20,00 (inteira)
R$ 10,00 (meia-entrada)

17 de setembro de 2014

"Árvore" é o tema da exposição do Gap, de Balneário Camboriú , no Marambaia

Grupo de Artistas Plásticos de Bal. Camboriú expõe no  Marambaia Cassino Hotel & Convenções, de 16 de setembro a 15 de outubro de 2014. 

Os artistas são   Ademar WillAlessandra Ribeiro, Elis Teixeira, Franci Floriani, Juliana Salomão, Solange RibeiroMarcia Fischer, Vera Ghisleni, Rosa Elvira Lizana Hernández, Tamires de Lara e Julio Couxil.  Cada um deles com sua própria técnica, visão e talento que traduzem a diversidade do Grupo.


                                      

Obra de Juliana Salomão

 "Cada árvore é um ser para ser em nós
Para ver uma árvore não basta vê-la

A árvore é uma lenta reverência
uma presença reminiscente
uma habitação perdida
e encontrada."
















3 de setembro de 2014

Faça você mesmo - luminária com luzinhas pisca-pisca

DA REVISTA ARTESANATO: APRENDA A FAZER UMA ILUMINAÇÃO DIFERENTE COM LUZINHA PISCA PISCA E UMA GARRAFA.


Reaproveitar materiais com estilo é algo que poucos sabem. O segredo não está em unir materiais recicláveis com itens caros para ter uma bela peça, mas sim em reutilizar o que você já tem em casa e que nem pensava que daria um belo resultado ao ser combinado com outros objetos. Você vai ver como decorar sua casa para um jantar, ou qualquer outra recepção que exija uma bela iluminação, reutilizando objetos que você já tem.
http://www.revistaartesanato.com.br/

CHURRASQUEIRAS CONSTRUFLAMA PARA APROVEITAR DIAS DE SOL

As churrasqueiras da Construflama podem ser a gás ou a carvão, em aço carbono pintado ou inox



As temperaturas começam a subir e nada melhor do que preparar a casa para curtir os dias de sol com amigos e familiares. As churrasqueiras são indispensáveis para a confraternização e é por isso que a Construflama sempre pensa nas melhores opções para curtir esse momento.
Com diferentes modelos e tipos, as churrasqueiras da Construflama podem ser a gás ou a carvão, em aço carbono pintado ou inox. Além disso, as churrasqueiras podem ser acompanhadas com grelha argentina, que reduz a quantidade de gordura que cai no fogo diminuindo a fumaça excessiva ou também grelha com barra redonda, podendo assim, ambas, serem instaladas tanto em áreas externas, quanto internas.

Veja algumas opções:


 Churrasqueira a Gás
O modelo a gás é totalmente prático. É uma churrasqueira compacta que une rigorosos sistemas de segurança com potentes queimadores a gás, acompanhando pedras vulcânicas com alto poder de concentração e calor que atinge 250 graus, e permite um excelente churrasco com um sabor especial na carne.

Foto: Rodrigo Pirim/ Ambiente Paula Souza e Kátia Souza – ArquiDecor


Churrasqueira Tradicional
O modelo a carvão é o tradicional dos brasileiros. A linha une o que há de mais moderno em materiais e processo produtivo. São de ótima qualidade e durabilidade.

CONSTRUFLAMA

Mobiliários corporativos com design by Marcelo Rosenbaum

Pela primeira vez, o designer assina mobiliários corporativos para Maq ID,  junto do estúdio de criação Fetiche. 

 Designer do estúdio O Fetiche, Paulo Biacchi, Diretor da Maq ID, Fábio da Costa e os Designers Marcelo Rosenbaum e Everaldo Rodrigues
Foto: Fáustulo Machado

Marcelo Rosenbaum topou um novo desafio em sua carreira. Convidado pela Maq ID, o designer assinou, pela primeira vez, mobiliários corporativos com design, junto do estúdio de criação Fetiche. Na última terça-feira, dia 2, Rosenbaum recebeu convidados para apresentar em primeira mão todas as novidades, durante a feira Office Solution 2014,  no espaço Maqmóveis, no Transamérica Expo Center. 
O público poderá conferir suas novas criações até o dia 5, das 10h às 20h.

1 de setembro de 2014

Adeus ao arquiteto e designer Sérgio Rodrigues, criador da poltrona "Mole"

 Sergio Rodrigues morreu na manhã desta segunda-feira (1º), aos 86 anos. A morte foi em casa, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, por insuficiência hepática. 

Sergio Rodrigues é reconhecido internacionalmente por móveis como a poltrona "Mole", de 1957, exposta no Museu de Arte Moderna de Nova York.  A poltrona, feita de jacarandá e de couro, venceu em 1961 o Concurso Internacional do Móvel de Cantù, na Itália, dando início à fama internacional do designer e arquiteto.

Ele será cremado no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju, na quarta-feira (2). Ele deixa mulher, três filhos, além de netos e bisnetos.

Textos do site http://www.sergiorodrigues.com.br/



"Sergio Rodrigues é esta figura iluminada de personalidade marcante, que soube transformar suas inquietações numa obra coerente e reveladora da cultura brasileira. Sergio é, sem dúvida alguma, uma das mais admiráveis expressões do design em nosso país. O traço coerente e único inscreveu seu nome na história do design do século 20, sobretudo pela criação de uma grande variedade de produtos, dos quais o mais famoso é a Poltrona Mole. 


Ao lado de mestres como Joaquim Tenreiro e José Zanine Caldas, Sergio vem tornando o design brasileiro conhecido internacionalmente. Enquanto Tenreiro, com seus móveis sóbrios, foi o precursor na busca de um novo estilo, Zanine arrancou da madeira todo seu potencial expressivo e Sergio Rodrigues desenvolveu uma ampla experiência de produção, procurando pensar o Brasil pelo design. Ele transformou totalmente a linguagem do móvel, foi generoso no traço e no emprego das madeiras nativas e, como bem afirmou Lucio Costa, com a criação da Oca integrou a ambientação de interior no movimento de renovação de nossa arquitetura.



A produção brasileira nesse setor (mobiliário), em meados dos anos 50, ainda estava muito presa aos estilos, e a sua renovação exigiria duas batalhas. Sergio sabia que a única arma de que dispunha era o desenho e foi aí que enveredou. 



Inicialmente, como arquiteto, trabalhou ao lado de David Azambuja, Flávio Regis do Nascimento e Olavo Redig de Campos no projeto do Centro Cívico de Curitiba, obra importante no quadro da arquitetura moderna brasileira. Mas, conhecendo com firmeza seus interesses e trilhando por um caminho percorrido por outros grandes arquitetos como João Batista Vilanova Artigas, Oscar Niemeyer, Oswaldo Bratke e Paulo Mendes da Rocha ,Sergio saltou da arquitetura para o design do móvel. 



Além disso, ele estava absolutamente convicto de que a arquitetura em que o planejamento do espaço interno não fosse estudado adequadamente não era arquitetura, era escultura.



Para Lucio Costa, em algumas peças Sergio Rodrigues conseguiu resgatar o espírito da mobília tradicional e também aspectos do Brasil indígena. De fato, nesse momento ele fez coexistir o Brasil-brasileiro com o Brasil-de-Ipanema, cantada mais tarde (1962) por Tom Jobim e Vinicius de Morais na célebre Garota de Ipanema, e com o Brasil da industrialização paulista, afinal a Oca era representante de modelos selecionados das principais fábricas de São Paulo.Daí porque o nome Oca: um retorno as fontes indígenas, o gosto pelos materiais tradicionais. Sergio lançou-se numa busca permanente de projetos, métodos e materiais para atender adequadamente as necessidades do usuário, alheio a modismos e estilos. Segundo Oscar Niemeyer:Naquela época (início de Brasília) não se tinha tempo de pensar em desenhar móvel nenhum. Nós usamos móveis correntes no mercado, selecionando como o Palácio exigia. O principal designer a quem solicitei móveis foi Sergio Rodrigues.Concomitantemente às atividades no setor de mobiliário é fundamental destacar a atuação de Sergio no planejamento de interiores, na ambientação, na cenografia e na decoração. No âmbito dos interiores, colaborou com os mais importantes arquitetos brasileiros e, em sua própria loja - A Oca - prestou várias consultoria no país e no exterior legitimando o interior design no Brasil. 



A aproximação de desenho do móvel moderno com certos objetos da cultura brasileira, e a não preocupação com modismos, acentuam o espírito de brasilidade que tanto busca Sergio Rodrigues. Esses dois fatos foram preponderantes da decisão do júri da IV Bienal do Móvel, Cantu, Itália 1961, premiado com a Poltrona Sheriff entre 400 candidatos de 35 países.



Textos extraídos do livro Sergio Rodrigues da Maria Cecília Loschiavo Filósofa, pesquisadora de mobiliário brasileiro e docente na FAUSP 



Exposições


2011 - ESPASSO SERGIO RODRIGUES - New York
2010 - Sergio Rodrigues: Um Designer dos Trópicos - Rio de Janeiro, Brasil
2009 - Brazil Influence - Bruxelas, Bélgica.
2008 - Brasil Casa Design - Buenos Aires, Argentina.
2008 - Bienal Iberoamericana de Diseño - Madri,Espanha
2008 - Time e Place: Rio de Janeiro 1956/1964 - Moderna Musset - Estocolmo -Suécia
2005 - Expo na 25th Century - Nova York
2000 - Lançamento do livro: Sergio Rodrigues
1998 - Mostra Internacional do Design - Método e Industrialismo - CCBB - Rio de Janeiro
1998 - Bienal de Arquitetura
1997 - 40 anos de Mole- Expo no Rio Design Leblon - Rio de Janeiro.
1993 - Mostra Brasille93 - La Construzione Di Una Identità Culturale Universidade de Brescia- Italia
1992 - Saudades do Brasil: A Era JK - Exposição Itinerante
1991 - Falando de Cadeira- Museu de Arte Moderna - Rio de Janeiro
1987 - Premio Lapiz d e Plata - Buenos Aires
1984 - Cadeira: Evolução e Design - Museu da Casa Brasileira-SP
1984 - Tradição e Ruptura: Desenho Industrial
1982 - O Design no Brasil: História e Realidade- SESC/SP